Saiba Mais
Veja a apresentação da Associação Vira Lata (4 MB)
O que é reduzir?
O que é reutilizar?
O que é reciclar?
O que é coleta seletiva?
O que é o Programa de Coleta Seletiva Solidária
da cidade de São Paulo?
O que é triagem?
O que é pré-beneficiamento?
O que significa agregar valor a um material?
O que é desenvolvimento sustentável?
O que é Protocolo de Kyoto?
O que é agenda 21?
O que é ecologia?
O que é degradação ambiental?
O que é biodiversidade?
O que é ecossistema?
O que são recursos renováveis?
O que são recursos não renováveis?
Significa consumir menos produtos e preferir aqueles que oferecem menor
potencial de geração de resíduos, tenham maior durabilidade e ocupem menos
espaço.
É usar novamente as embalagens. Caixas plásticas de sorvetes, por exemplo,
após usadas, sempre servem para guardar alguma coisa.
É fabricar um produto a partir de material usado. Por exemplo, produzir novo
papel a partir da reciclagem de papéis usados. Papelão, vidro, latas e
plásticos também podem ser reciclados.
É fazer a coleta do lixo de maneira selecionada. Para isso, são
classificados os tipos de lixo (resíduos sólidos).
I) Lixo seco: composto por materiais recicláveis (papéis, plásticos, vidro
e metais);
II) Lixo molhado: corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as
sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de podas, entre outros.
Uma iniciativa da Prefeitura do município, implantada para fazer funcionar
as centrais de triagem de materiais recicláveis. A cidade de São Paulo agora
tem coleta seletiva. É um programa que veio para ficar e catadores de materiais
recicláveis agradecem e estão na luta para melhorar ainda mais e gerar outros
milhares de postos de trabalho e geração de renda a este segmento.
A Prefeitura está firmando convênios com as cooperativas de catadores (as)
de materiais recicláveis em cada subprefeitura da cidade. No convênio, são
estabelecidos os direitos e deveres das cooperativas. A Prefeitura entra com a
infra-estrutura (prensas, balanças, esteiras, big bags, caminhões, entre
outros equipamentos) e as cooperativas fazem a coleta seletiva e o trabalho de
educação ambiental.
Nas centrais, são realizados triagem, pré-beneficiamento dos materiais e
comercialização dos mesmos. O lucro obtido com a comercialização é
repartido entre os cooperados (as) que ali trabalham. Cada central de triagem
que funciona em uma subprefeitura é responsável pela coleta seletiva daquela
região.
São milhares de catadores e catadoras que anteriormente desempregados (as) e
que agora estão trabalhando e desenvolvendo uma atividade que consiste em
melhorar as condições de vida da população e do meio ambiente.
O programa conta com o apoio dos núcleos e projetos de coleta seletiva e
reciclagem de materiais, situados nos diversos bairros de nossa cidade. Também
recebe apoio de vários fóruns, como o Recicla São Paulo, Lixo e Cidadania,
Comitê Metropolitano de Catadores e Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste.
Coleta seletiva já! Com inclusão social!
É uma etapa pela qual o lixo passa após a coleta seletiva. A triagem é a
seleção dos vários tipos de materiais recicláveis.
É o processo obrigatório de limpeza de alguns materiais recicláveis, como
o vidro, antes de ser levado para a fábrica. Já o beneficiamento é a própria
fabricação do vidro.
É transformar papel, por exemplo, em um determinado produto, como a telha.
Com isso, ao se vender o produto fabricado a partir do papel, consegue-se um
preço melhor sobre a matéria-prima.
É desenvolver sem destruir os recursos naturais e minerais, ou seja,
usando-os de forma ordenada e obedecendo os ciclos da própria natureza.
Consiste em criar um modelo econômico capaz de gerar riqueza e bem-estar
enquanto promove a coesão social e impede a destruição do meio ambiente. Esse
modelo busca satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade
das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades, ou seja, utilizar
recursos naturais sem comprometer sua produção, fazer proveito da natureza sem
devastá-la e buscar a melhoria da qualidade de vida.
Por isso, o desenvolvimento sustentável coloca na berlinda o modelo de
produção e consumo ocidentais, que ameaça o equilíbrio do planeta. Além
disso, preocupa-se com os problemas a longo prazo, enquanto o atual modelo de
desenvolvimento, fundado em uma lógica puramente econômica, está centrado
apenas no "aqui e agora".
"A formulação do conceito de desenvolvimento sustentável implicava o
reconhecimento de que as forças de mercado abandonadas à sua livre dinâmica
não garantiam a não-destruição dos recursos naturais e do ambiente",
afirma o economista e consultor ambiental espanhol, Antxon Olabe.
É um documento elaborado na cidade de Kyoto, no Japão, por representantes
de todos os países do mundo. Nele, são estabelecidos compromissos dos países
desenvolvidos a reduzirem a emissão de gases poluentes na atmosfera. O
Protocolo foi extraído a fórceps após desgastantes reuniões em 1997. O
resultado foi um compromisso que não agradou aos radicais pró ou contra a
redução da emissão dos gases, como ecologistas ou lobistas da indústria
petrolífera. Foram fixados índices de emissão dos gases, mas o problema agora
é decidir como colocar isso em prática.
O Protocolo de Kyoto estabeleceu três mecanismos para auxiliar os países
ricos a diminuir suas emissões. Um mecanismo de "desenvolvimento
limpo" dará créditos quando esses países financiarem projetos de
redução de emissão nos países em desenvolvimento. Outro mecanismo semelhante
envolve projetos em outros países ricos, ou melhor, em relação aos antigos e
altamente poluidores países comunistas, a partir do qual será possível
comprar créditos entre eles do "direito de poluir".
É um documento feito na Rio-92, listando os compromissos para a mudança do
padrão de desenvolvimento no mundo. Foi neste documento que foram propostos
vários aspectos socioambientais a serem perseguidos ou para servirem de
parâmetro para a busca do desenvolvimento sustentável. Para a sua
implementação foi apontado o caráter participativo e multisetorial para o
levantamento e solução das questões ambientais globais e locais (país,
estado, cidade, bairro, instituição, etc).
Por isso, a denominação Agenda 21 é utililizada para indicar o
levantamento e implicações das questões ambientais de determinado local, e o
planejamento estratégico e proposições para suas soluções, sempre tendo em
vista a participação da comunidade em busca da sua sustentabilidade e a do
local em questão.
Eco, em grego, é oikos, que significa casa.
Ecologia é literalmente o estudo da casa. O estudo das relações dos seres
vivos entre si e o meio ambiente em que vivem.
É a destruição do meio ambiente provocada por atividades humanas,
resultando em uma piora ou exaustão de sua capacidade regenerativa e de
sustentação da vida. Degradando o meio ambiente, o homem destrói um suporte
natural do qual faz parte, necessita e depende.
É a diversidade de vida de uma determinda região, considerando-se plantas,
animais e microorganismos, terrestres ou aquáticos. Pode ser considerada a
diversidade genética, a diversidade de espécies, a diversidade de comunidades
e seus processos, e a diversidade de ecossistemas.
Existe uma discussão atual entre os países detentores das maiores reservas
de biodiversidade, que as consideram de uso soberano, e os países detentores de
tecnologia, que almejam transformá-las em patrimônio da humanidade para
obterem seu livre acesso.
É o sistema aberto de interações entre o
seres vivos e destes com os processos químicos, físicos e biológicos de uma
determinada região, havendo transferência de energia e matéria entre esses
componentes.
São recursos que potencialmente podem durar
indefinidamente porque se regeneram através de seu ciclo natural. A ação
humana pode desqualificar um recurso antes considerado renovável, quando não
respeita seu ciclo natural e não o utiliza de maneira sustentável. Geralmente
acontece quando o consumo ou a poluição é maior do que a capacidade de
regeneração do recurso. A atual derrubada da Amazônia e a poluição do
Tietê e de grande parte dos córregos de São Paulo são bons exemplos.
São recursos que são finitos ou, para estarem disponíveis da maneira que
se encontram hoje na natureza, passaram por processos de milhões de anos, ou
são o resultado de processos acontecidos há milhões de anos. Um tempo muito
extenso comparado à vida humana.
Muitas das matérias-primas utilizadas pelo homem são consideradas não
renováveis, como os minérios de ferro, areia e o petróleo – matéria prima
importante para fabricação das resinas plásticas. Daí vem a necessidade da
redução, reutilização e reciclagem dos materiais, considerando-se que até
recursos renováveis, como a água, a madeira, o solo, o ar, entre outros, já
sofrem visíveis degradações pela ação humana.
Nosso Compromisso
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